Estou no colégio com as pessoas que estudavam comigo. A aula acaba e eu vou embora pela saída dos professores., cruzei uma praça que tinha pessoas fazendo yoga no gramado e finalmente chego na minha moto estacionada. Mas eu percebo que tem algo errado; meu capacete ficou na sala de aula, assim como minha mochila e minhas roupas(!). Eu volto correndo só de botas pra pegar minhas coisas, mas essa corrida vai ficando mais rápida até virar um sprint alimentado pela raiva de ter esquecido as coisas lá dentro e porque eu precisava chegar lá antes que as pessoas da limpeza limpassem as minhas coisas embora. Correndo ao longo do muro do colégio eu resolvo andar um pouco pela parede (parkour!) só porque eu posso.
Eu entro pelo portão e quando chego no corredor onde ficam as salas de aula ele parece muito mais longo e as pessoas da limpeza estão fazendo exatamente o que voce imagina: ensaboando vários trechos do corredor. Mas eu passo correndo mesmo assim, tentando desviar dos trechos ensaboados e dos esfregões ágeis das pessoas da limpeza. Eu juro que tentei não atrapalhar mas as pessoas da limpeza me olhavam feio mesmo assim.
Finalmente chego na minha sala de aula e pra minha surpresa ainda havia gente lá. Eles estavam assistindo jornal na tv laranja da sala de aula e na tela aparecia eu mesmo, correndo semi-nu na calçada margeando o muro do colégio. Só que foi filmado de um ângulo que fazia parecer que ao invés de andar na parede eu andei em cima do carro estacionado do lado da calçada! Eles estavam tentando fazer parecer que eu era um vândalo perigoso, o que era muito longe da verdade. Mas mesmo assim eu sinto os olhares de desaprovação das pessoas que restavam.
Eu tento explicar tudo, dizer que é uma conspiração pra que todos fiquem contra mim. Mas nem todos acreditam no cara só de botas que apareceu no jornal estragando os carros dos outros. Inclusive uma das pessoas faz um monólogo me repreendendo, usando umas analogias de gravidez. Depois do monólogo eu consigo pegar minhas roupas e coisas bem a tempo de ser convocado pra ir pra sala da diretora. Such is life.
Dream Journal 237
Friday, April 22, 2016
Tuesday, January 19, 2016
Burrito
Eu era um soldado num esquadrão com a missão de proteger um aeroporto num lugar meio middle eastern com morros e florestas. Estavamos fazendo reconhecimento da área quando percebemos que estávamos cercados por rebeldes locais. Antes que eles nos encontrassem eu peguei um rádio e chamei artilharia nas posições deles que eram bem perto. Por isso as explosões foram muito barulhentas e impressionantes. Os rebeldes recuaram e pudemos voltar para o aeroporto.
Chegando no aeroporto vimos que ele estava sendo bombardeado por B1 bombers. Eu e meu esquadrão ficamos escondidos até as bombas pararem e então percebemos que soldados inimigos ja estavam entrando no aeroporto. Nó entramos no prédio principal e começamos a lutar com eles. Limpamos uma ala inteira lutando sala por sala até que começou a escurecer. Foi então que encontramos um esquadrão aliado e juntos fomos para um prédio vizinho montar uma base pra passar a noite.
Esse prédio parecia um hospital antigo, estava bem mal conservado com aquelas paredes de madeira fininhas que as pessoas quebram com facilidade nos filmes americanos já com alguns buracos. No meio da noite fui acordado por um alerta de que os guardas da entrada tinham sumido. Eu levantei da cama e fui investigar; o lugar estava estranhamento quietoe quando cheguei num corredor longo e escuro eu um vi uma forma silhuetada contra uma luz no final do corredor. Chegando mais perto eu reparei que era uma figura meio mumificada, toda encolhida e ressecada e quando eu cheguei perto ela partiu pra cima de mim. Eu estava desarmado então peguei uma cadeira que tinha em um dos quartos e arrebentei ela na cabeça da coisa, que caiu mole no chão. Então eu vi várias outras figuras parecidas nos quartos e como eu não achei mais coisas pra quebrar nelas eu tive que boxear elas. As coisas não ofereciam muita resistencia além de tentar me agarrar e ainda caiam depois de uns 3 ou 4 socos bem dados. Até que eu me vi cercado num dos quartos por 4 dessas coisas e dessa vez uma delas era meio gorda e um pouco maior; não foi dificil derrubar as 3 coisas mais fracas, mas a maior delas não queria cair. Depois de levar muitos socos a coisa maior estava perto do canto do quarto e pra acabar com ela eu dei um chute com todo o meu peso no seu peito; ele foi empurrado contra a parede que cedeu e abriu passagem para a coisa. Atás da parede agora quebrada eu vi o oficial que comandava meu esquadrão e ele me disse que devíamos bater em retirada da região.
Time skip e então estávamos numa ilha tropical, grande o suficiente pra ter uma base aérea e uma região de selva. Já estávamos a um bom tempo lá e o comandando havia ficado meio louco e paranóico; ele forçava todo mundo a treinar e patrulhar a ilha. Ele mando um helicóptero little bird patrulhar a ilha e eu fui junto. Uma das tarefas dele era atirar com as miniguns nas árvores e depois de fazer isso sobrevoar a ilha toda. Mas quando estávamos passando por cima da parte de selva um dos motores pegou fogo e morreu e o helicóptero caiu no meio da selva. Eu tava preso no helicóptero meio capotado, o piloto morreu e tinha cachorros selvagens se aproximando. Um dos cachorros perto e eu estendi a mão pra ele cheirar e fazer amizade, mas ao invés disso ele mordeu a minha mão e eu dei um tapa na cabeça dele pra ele soltar. Então eu passei um tempo tentando me soltar do cinto de segurança e quando finalmente consegui ficar de pé um outro cachorro ficou rosnando pra mim, mas eu dei uma bronca nele e ele parou de ser agressivo. Voltei pro helicóptero pra pegar suprimentos e por algum motivo tinha as coisas necessárias pra montar um burrito. E foi bem isso que eu fiz, montei um burrito enorme e delicioso, até enrolei ele em papel alumínio. Nesse momento eu sabia que eu era o protagonista do far cry novo e que esse burrito seria parte central da história e que eu precisava proteger ele a todo custo. Nada mais justo então que eu guardasse ele no meu inventário; eu segurei ele atrás das minhas costas por um momento esperando que ele desaparecesse e ficasse seguro dentro do meu inventário, mas isso não aconteceu e eu pensei que seria muito dificil sair dessa selva mantendo o burrito intacto e então eu acordei.
Chegando no aeroporto vimos que ele estava sendo bombardeado por B1 bombers. Eu e meu esquadrão ficamos escondidos até as bombas pararem e então percebemos que soldados inimigos ja estavam entrando no aeroporto. Nó entramos no prédio principal e começamos a lutar com eles. Limpamos uma ala inteira lutando sala por sala até que começou a escurecer. Foi então que encontramos um esquadrão aliado e juntos fomos para um prédio vizinho montar uma base pra passar a noite.
Esse prédio parecia um hospital antigo, estava bem mal conservado com aquelas paredes de madeira fininhas que as pessoas quebram com facilidade nos filmes americanos já com alguns buracos. No meio da noite fui acordado por um alerta de que os guardas da entrada tinham sumido. Eu levantei da cama e fui investigar; o lugar estava estranhamento quietoe quando cheguei num corredor longo e escuro eu um vi uma forma silhuetada contra uma luz no final do corredor. Chegando mais perto eu reparei que era uma figura meio mumificada, toda encolhida e ressecada e quando eu cheguei perto ela partiu pra cima de mim. Eu estava desarmado então peguei uma cadeira que tinha em um dos quartos e arrebentei ela na cabeça da coisa, que caiu mole no chão. Então eu vi várias outras figuras parecidas nos quartos e como eu não achei mais coisas pra quebrar nelas eu tive que boxear elas. As coisas não ofereciam muita resistencia além de tentar me agarrar e ainda caiam depois de uns 3 ou 4 socos bem dados. Até que eu me vi cercado num dos quartos por 4 dessas coisas e dessa vez uma delas era meio gorda e um pouco maior; não foi dificil derrubar as 3 coisas mais fracas, mas a maior delas não queria cair. Depois de levar muitos socos a coisa maior estava perto do canto do quarto e pra acabar com ela eu dei um chute com todo o meu peso no seu peito; ele foi empurrado contra a parede que cedeu e abriu passagem para a coisa. Atás da parede agora quebrada eu vi o oficial que comandava meu esquadrão e ele me disse que devíamos bater em retirada da região.
Time skip e então estávamos numa ilha tropical, grande o suficiente pra ter uma base aérea e uma região de selva. Já estávamos a um bom tempo lá e o comandando havia ficado meio louco e paranóico; ele forçava todo mundo a treinar e patrulhar a ilha. Ele mando um helicóptero little bird patrulhar a ilha e eu fui junto. Uma das tarefas dele era atirar com as miniguns nas árvores e depois de fazer isso sobrevoar a ilha toda. Mas quando estávamos passando por cima da parte de selva um dos motores pegou fogo e morreu e o helicóptero caiu no meio da selva. Eu tava preso no helicóptero meio capotado, o piloto morreu e tinha cachorros selvagens se aproximando. Um dos cachorros perto e eu estendi a mão pra ele cheirar e fazer amizade, mas ao invés disso ele mordeu a minha mão e eu dei um tapa na cabeça dele pra ele soltar. Então eu passei um tempo tentando me soltar do cinto de segurança e quando finalmente consegui ficar de pé um outro cachorro ficou rosnando pra mim, mas eu dei uma bronca nele e ele parou de ser agressivo. Voltei pro helicóptero pra pegar suprimentos e por algum motivo tinha as coisas necessárias pra montar um burrito. E foi bem isso que eu fiz, montei um burrito enorme e delicioso, até enrolei ele em papel alumínio. Nesse momento eu sabia que eu era o protagonista do far cry novo e que esse burrito seria parte central da história e que eu precisava proteger ele a todo custo. Nada mais justo então que eu guardasse ele no meu inventário; eu segurei ele atrás das minhas costas por um momento esperando que ele desaparecesse e ficasse seguro dentro do meu inventário, mas isso não aconteceu e eu pensei que seria muito dificil sair dessa selva mantendo o burrito intacto e então eu acordei.
Monday, November 23, 2015
Assalto
Estou em um lobby que da para várias lojas, ele é estreito e comprido e tem várias pessoas olhando as vitrines lá comigo.
Estou de costas para a porta que da para fora e sinto algo gelado encostando no meu braço. Quando eu olho vejo que é um fuzil e segurando ele tem um assaltande mandando todo mundo deitar no chão. Ele manda todo mundo ficar quieto enquanto ele e o parceiro assaltam as lojas.
Eu deito no chão e tento parecer inofensivo. O assaltante armado fica no lobby cuidando das pessoas, ele começa a pegar itens aleatórios das pessoas e fazer snarky remarks sobre eles. Eu vejo ele vindo meio distraido na minha direção e quando ele chega perto eu levanto e empurro o fuzil dele pra longe e consigo derrubar a arma no chão. Ele chama o parceiro dele pra ajudar e eu acabo tendo que lutar com os dois, tentando evitar que qualquer um deles chegue perto da arma. Eu olho em volta e as pessoas estão só olhando assustados enquanto eu tento não tomar um tiro. Eu peço ajuda mas só uma delas tem coragem de chegar perto e chutar a arma pra longe. O assaltante corre atrás da arma e eu consigo dominar o parceiro dele e bater a cabeça dele com forçar contra a parede. A cabeça dele quebra e ele se desmancha em areia.
Então eu corro atrás do assaltante e dou um encontrão nele enquanto ele se abaixa pra recuperar o fuzil. Eu empurro ele até a parede e esmago ele contra ela. Ele também se desmancha em areia e o dia foi salvo.
Estou de costas para a porta que da para fora e sinto algo gelado encostando no meu braço. Quando eu olho vejo que é um fuzil e segurando ele tem um assaltande mandando todo mundo deitar no chão. Ele manda todo mundo ficar quieto enquanto ele e o parceiro assaltam as lojas.
Eu deito no chão e tento parecer inofensivo. O assaltante armado fica no lobby cuidando das pessoas, ele começa a pegar itens aleatórios das pessoas e fazer snarky remarks sobre eles. Eu vejo ele vindo meio distraido na minha direção e quando ele chega perto eu levanto e empurro o fuzil dele pra longe e consigo derrubar a arma no chão. Ele chama o parceiro dele pra ajudar e eu acabo tendo que lutar com os dois, tentando evitar que qualquer um deles chegue perto da arma. Eu olho em volta e as pessoas estão só olhando assustados enquanto eu tento não tomar um tiro. Eu peço ajuda mas só uma delas tem coragem de chegar perto e chutar a arma pra longe. O assaltante corre atrás da arma e eu consigo dominar o parceiro dele e bater a cabeça dele com forçar contra a parede. A cabeça dele quebra e ele se desmancha em areia.
Então eu corro atrás do assaltante e dou um encontrão nele enquanto ele se abaixa pra recuperar o fuzil. Eu empurro ele até a parede e esmago ele contra ela. Ele também se desmancha em areia e o dia foi salvo.
Saturday, November 21, 2015
Sand sharks
Estamos eu, o Hugo e a Pri o skype. A Pri começou a jogar fallout e estamos todos jogando.
Toda vez que alguem conta algo que aconteceu no jogo eu consigo ver acontecendo como se estivesse em spectate.
Tem um deserto no jogo e nele tem tubarões. Eu descubro que se fizer os tubarões entrarem num prédio específico eles viram super tubarões gigantes com piramides na cabeça que ficam andando pelo deserto destruindo as coisas e eu acho isso muito legal. As pessoas me ouvem exclamando no pelo skype e perguntam o que foi, eu explico bem de leve pra não dar spoiler. Logo o Hugo consegue replicar o tubarão e fica muito satisfeito com o resultado. Vejo a Pri lootando um camp de raiders e aí acordo.
Game Grumps
Eu tava indo lá na frente de casa pegar a correspondencia e todo mundo do game grumps tava lá na minha driveway falando de final fantasy xiv. Eu peguei minhas encomendas que eram livros muito legais em pacotes legais e fiquei esperando eles me notarem. Quando eles olharam pra mim eu saí pelo portao mas ainda tava com vontade de falar.
Nesse ponto eles não eram eles mas sim os personagens de final fantasy. O Arin e a Susy eram miqo'tes meninas, o Kevin era um lalafel fofinho :3 mas o Barry era só o Barry. A Dodger também tava lá e veio me explicar o jogo mas aí eu falei que tinha uma miqo'te BRD 50 e todos ficaram felizes. O Arin disse "Great, so now everyone has something to offer]' e todos entramos pelo potão e sentamos nos morrinhos de grama da minha casa, agora eles eram eles mesmos. Aí a Suzy ficou de pé de frente pra todos e começou a contar uma história sobre uma dungeon muito dificil que ela fez. Enquanto isso o Kevin sentou do meu lado e me perguntou porque eu não gostava de wow . Eu expliquei por que, mas ele disse que eu devia dar uma chance e me deu uma lecture sobre o porque. Quando ele terminou apareceram opções de dialogo tipo fallout, mas nenhuma dizia o que eu queria então eu não disse nada.
Skip forward e estamos numa liquor shop nos estados unidos e a Pri também ta lá. O Barry pergunta se queremos cerveja "Do you want some hops?" e eu demorei pra entender o que ele quis dizer, mas respondi que sure e ele ficou me olhando esperando eu dizer qual, mas eu não conhecia nenhuma daquelas e pedi pra ele me recomendar uma. Vejo o Ross pagando a dele no caixa. Barry pergunta pra Pri qual ela quer e ela responde "a de pepino azedo" em portugues mesmo mas ele pega a cerveja e dá na mão dela. Eu comento half surpreso half debochando "pepino azedo?" mas ela só cutuca a minha barriga com cara de brava. Skip forward de novo e estou dentro do jogo em uma dungeon com uma party de estranhos. Por algum motivo sou uma black mage lalafel e tudo que consigo fazer é derrubar pedras de gelo enormes nas pessoas e blizzards de aoe. Minha contribuição pro dps é bem baixa mas a minha partynão parece ligar e clearamos várias salas da dungeon.
Nesse ponto eles não eram eles mas sim os personagens de final fantasy. O Arin e a Susy eram miqo'tes meninas, o Kevin era um lalafel fofinho :3 mas o Barry era só o Barry. A Dodger também tava lá e veio me explicar o jogo mas aí eu falei que tinha uma miqo'te BRD 50 e todos ficaram felizes. O Arin disse "Great, so now everyone has something to offer]' e todos entramos pelo potão e sentamos nos morrinhos de grama da minha casa, agora eles eram eles mesmos. Aí a Suzy ficou de pé de frente pra todos e começou a contar uma história sobre uma dungeon muito dificil que ela fez. Enquanto isso o Kevin sentou do meu lado e me perguntou porque eu não gostava de wow . Eu expliquei por que, mas ele disse que eu devia dar uma chance e me deu uma lecture sobre o porque. Quando ele terminou apareceram opções de dialogo tipo fallout, mas nenhuma dizia o que eu queria então eu não disse nada.
Skip forward e estamos numa liquor shop nos estados unidos e a Pri também ta lá. O Barry pergunta se queremos cerveja "Do you want some hops?" e eu demorei pra entender o que ele quis dizer, mas respondi que sure e ele ficou me olhando esperando eu dizer qual, mas eu não conhecia nenhuma daquelas e pedi pra ele me recomendar uma. Vejo o Ross pagando a dele no caixa. Barry pergunta pra Pri qual ela quer e ela responde "a de pepino azedo" em portugues mesmo mas ele pega a cerveja e dá na mão dela. Eu comento half surpreso half debochando "pepino azedo?" mas ela só cutuca a minha barriga com cara de brava. Skip forward de novo e estou dentro do jogo em uma dungeon com uma party de estranhos. Por algum motivo sou uma black mage lalafel e tudo que consigo fazer é derrubar pedras de gelo enormes nas pessoas e blizzards de aoe. Minha contribuição pro dps é bem baixa mas a minha partynão parece ligar e clearamos várias salas da dungeon.
Thursday, November 19, 2015
La Guardia int'l
Eu e minha família fomos parar em New York, imagino que por algum prêmio da TV. Estávamos no aeroporto La Guardia. Eu sabia disso mesmo não sabendo como é lá.
A partir daí é claro que o próximo passo é roubar um avião e usar minhas habilidades virtuais de pilotagem e navegação pra ir para o Oregon.
Escolho entre os aviões um pequeno e fácil de pilotar pra dar uma voltinha e praticar. Decolo o e dou uma volta ao redor do aeroporto que é extremamente movimentado com umas 25 pistas e todas ocupadas com aviões pousando e decolando. Eu demoro um pouco para achar uma pista livre e depois de descer do avião eu falo para os meus pais que agora vai ser o real deal.
Dessa vez eu tento escolher um avião que seja rápido e tenha alcance pra atravessar o país em uma sentada. Acabo escolhendo um jato russo gordinho que parecia que ninguem iria sentir falta. Por dentro ele era bem espaçoso, tinha quartos pros passageiros e uma cabine comum de passageiros com poltronas enormes de veludo. Ajudei a embarcar meus pais e colocar as bagagens nos quartos e fui para a cabine de comando. Lá eu sento na cadeira do capitão e planejo a rota no computador de bordo. Aviso a torre pelo rádio e decolo.
Logo eu percebo que fiz uma péssima escolha, não consigo ganhar velocidade e o computador prevê que vamos levar semanas pra ganhar a altitude pra passar pelas montanhas por perto (mesmo que não tenha montanhas assim perto de NY) e ainda mais alguns meses para chegar no Oregon. Então eu decido voltar ao aeroporto e escolher um avião mais rápido.
Dou várias voltas no aeroporto até achar uma pista desocupado, mas quando acho eu estou muito perto dela e acabo só conseguindo tocar no chão lá pela metade da pista e o avião só consegue parar quase no final dela. Todos desembarcamos com as bagagens e quando começo a procurar por um jatinho executivo eu sou acordado pelo despertador.
A partir daí é claro que o próximo passo é roubar um avião e usar minhas habilidades virtuais de pilotagem e navegação pra ir para o Oregon.
Escolho entre os aviões um pequeno e fácil de pilotar pra dar uma voltinha e praticar. Decolo o e dou uma volta ao redor do aeroporto que é extremamente movimentado com umas 25 pistas e todas ocupadas com aviões pousando e decolando. Eu demoro um pouco para achar uma pista livre e depois de descer do avião eu falo para os meus pais que agora vai ser o real deal.
Dessa vez eu tento escolher um avião que seja rápido e tenha alcance pra atravessar o país em uma sentada. Acabo escolhendo um jato russo gordinho que parecia que ninguem iria sentir falta. Por dentro ele era bem espaçoso, tinha quartos pros passageiros e uma cabine comum de passageiros com poltronas enormes de veludo. Ajudei a embarcar meus pais e colocar as bagagens nos quartos e fui para a cabine de comando. Lá eu sento na cadeira do capitão e planejo a rota no computador de bordo. Aviso a torre pelo rádio e decolo.
Logo eu percebo que fiz uma péssima escolha, não consigo ganhar velocidade e o computador prevê que vamos levar semanas pra ganhar a altitude pra passar pelas montanhas por perto (mesmo que não tenha montanhas assim perto de NY) e ainda mais alguns meses para chegar no Oregon. Então eu decido voltar ao aeroporto e escolher um avião mais rápido.
Dou várias voltas no aeroporto até achar uma pista desocupado, mas quando acho eu estou muito perto dela e acabo só conseguindo tocar no chão lá pela metade da pista e o avião só consegue parar quase no final dela. Todos desembarcamos com as bagagens e quando começo a procurar por um jatinho executivo eu sou acordado pelo despertador.
Monday, November 16, 2015
Mini-tsunami
Um amigo fictício aparece na minha casa e saímos em uma road trip para a praia. Esse amigo parece um wookie de tamanho humano e uma cabeça enorme.
Subimos na SUV do amigo e partimos. Pegamos bastante chuva na estrada e chegando na praia, o amigo tira um AK do banco de trás e pede pra que eu mantenha sempre comigo.
Saindo do carro eu estou numa sunga verde e encontramos meu professor favorito do colégio saindo da areia de duas moças jovens. Ele me cumprimenta formalmente e enquanto aperta a minha mão ele fala sério - Nunca esqueça do plano B.
ele vai embora e as duas moças passam a acompanhar eu e o meu amigo wookie-like, elas comentam como a praia está perigosa por causa do sol forte, eu penso comigo mesmo que estarei seguro pois estou usando protetor solar.
Seguimos para um bar na beira da praia que parece mais um botequinho de familia, really. Eu digo que não vou pedir nada mas não conto pra ninguem que é porque estou sem dinheiro, enquanto o meu amigo compra dois sanduiches e diz que eu posso comer um. è um sanduíche estranho de banana grelhada e um pão esquisito, mas de alguma forma estava muito gostoso.
Antes mesmo de terminar meu sanduíche, ondas cada vez maiores começam a entrar no bar e empurrar as pessoas contra as paredes e o balcão. Essas ondas são estranhas, porque depois de bater nas pessoas e nas paredes elas são absorvidas pelo chão e o bar fica mais ou menos seco até a próxima onda. E seguro o resto do meu sanduíche no alto para não molhar e os outros fregueses começam a ficar assustados com as ondas cada vez mais potentes até que elas param. Olhando pelas portas eu vejo que o mar recuou uma boa distancia e tudo que vejo são centenas de metros de areia empoçada. As pessoas aproveitam o intervalo nas ondas para fugir do bar e eu faço o mesmo, lembrando de que isso é um sinal de tsunami e a julgar pelo quanto o mar recuou, uma das grandes. Todo mundo chega a salvo no alto do morro que fica à borda da faixa de areia, eu tento avisar as pessoas que tem uma tsunami vindo, mas todos ja parecem saber disso.
Então o mar começa a voltar numa onda muito grande, mas nem de perto tão grande quanto eu esperava, e ela quebra inofensivamente na encosta do morro.
No meio dessa confusão eu me perdi do meu amigo e fiquei perdido no meio de umas dunas até ver o amigo acenando pra mim da borda das dunas.
A partir daí eu sou uma mulher e estou no carro do amigo, ele me da um dispositivo que me faz ficar invisivel e me pede para espionar uma cientista supostamente muito competente.
A casa dela fica num campo verde, empoleirada no alto de uma colina baixa com vista para o mar. É uma casa bem horizontal, sem telhado e com grandes janelas no lado que dá para o mar. Eu me infiltro na casa, já invisivel e sinto que a casa é estranhamente familiar; andando pelo corredor e passando e pela cozinha eu quase sinto como se conhecesse essa mulher, tem louça suja largada por todo o canto e embalagens de lanches e comidas também. É chegando na sala comprida e bem iluminada, mesmo que à meia-luz do pôr-do-sol que eu vejo a tal cientista trabalhando, sentada numa cadeira com um laptop no colo. Eu tento me aproximar sorrateiramente e sem fazer barulho, mas mesmo estando completamente invisivel eu sinto que ela sabe que eu estou la. E soon enough ela levanta da cadeira e vem na minha direção, chegando bem na minha frente, estendendo a mão e puxando o fio do dispositivo que me deixava invisível. Eu fico super sem jeito, mas ela parece não ligar muito e começamos a conversar. Depois de uma boa conversa (que eu não consigo lembrar) nós saimos pra passear no carro conversível dela e isso é muito legal. O céu está laranjado e azul e ela dirige por uma estrada reta e vazia com o vento na cara e o radio tocando alguma musica legal.
Depois disso eu só me lembro de estar de volta em casa com o amigo monstruoso que tinha feito desenhos obcenos pelos azulejos da lavanderia.
Subimos na SUV do amigo e partimos. Pegamos bastante chuva na estrada e chegando na praia, o amigo tira um AK do banco de trás e pede pra que eu mantenha sempre comigo.
Saindo do carro eu estou numa sunga verde e encontramos meu professor favorito do colégio saindo da areia de duas moças jovens. Ele me cumprimenta formalmente e enquanto aperta a minha mão ele fala sério - Nunca esqueça do plano B.
ele vai embora e as duas moças passam a acompanhar eu e o meu amigo wookie-like, elas comentam como a praia está perigosa por causa do sol forte, eu penso comigo mesmo que estarei seguro pois estou usando protetor solar.
Seguimos para um bar na beira da praia que parece mais um botequinho de familia, really. Eu digo que não vou pedir nada mas não conto pra ninguem que é porque estou sem dinheiro, enquanto o meu amigo compra dois sanduiches e diz que eu posso comer um. è um sanduíche estranho de banana grelhada e um pão esquisito, mas de alguma forma estava muito gostoso.
Antes mesmo de terminar meu sanduíche, ondas cada vez maiores começam a entrar no bar e empurrar as pessoas contra as paredes e o balcão. Essas ondas são estranhas, porque depois de bater nas pessoas e nas paredes elas são absorvidas pelo chão e o bar fica mais ou menos seco até a próxima onda. E seguro o resto do meu sanduíche no alto para não molhar e os outros fregueses começam a ficar assustados com as ondas cada vez mais potentes até que elas param. Olhando pelas portas eu vejo que o mar recuou uma boa distancia e tudo que vejo são centenas de metros de areia empoçada. As pessoas aproveitam o intervalo nas ondas para fugir do bar e eu faço o mesmo, lembrando de que isso é um sinal de tsunami e a julgar pelo quanto o mar recuou, uma das grandes. Todo mundo chega a salvo no alto do morro que fica à borda da faixa de areia, eu tento avisar as pessoas que tem uma tsunami vindo, mas todos ja parecem saber disso.
Então o mar começa a voltar numa onda muito grande, mas nem de perto tão grande quanto eu esperava, e ela quebra inofensivamente na encosta do morro.
No meio dessa confusão eu me perdi do meu amigo e fiquei perdido no meio de umas dunas até ver o amigo acenando pra mim da borda das dunas.
A partir daí eu sou uma mulher e estou no carro do amigo, ele me da um dispositivo que me faz ficar invisivel e me pede para espionar uma cientista supostamente muito competente.
A casa dela fica num campo verde, empoleirada no alto de uma colina baixa com vista para o mar. É uma casa bem horizontal, sem telhado e com grandes janelas no lado que dá para o mar. Eu me infiltro na casa, já invisivel e sinto que a casa é estranhamente familiar; andando pelo corredor e passando e pela cozinha eu quase sinto como se conhecesse essa mulher, tem louça suja largada por todo o canto e embalagens de lanches e comidas também. É chegando na sala comprida e bem iluminada, mesmo que à meia-luz do pôr-do-sol que eu vejo a tal cientista trabalhando, sentada numa cadeira com um laptop no colo. Eu tento me aproximar sorrateiramente e sem fazer barulho, mas mesmo estando completamente invisivel eu sinto que ela sabe que eu estou la. E soon enough ela levanta da cadeira e vem na minha direção, chegando bem na minha frente, estendendo a mão e puxando o fio do dispositivo que me deixava invisível. Eu fico super sem jeito, mas ela parece não ligar muito e começamos a conversar. Depois de uma boa conversa (que eu não consigo lembrar) nós saimos pra passear no carro conversível dela e isso é muito legal. O céu está laranjado e azul e ela dirige por uma estrada reta e vazia com o vento na cara e o radio tocando alguma musica legal.
Depois disso eu só me lembro de estar de volta em casa com o amigo monstruoso que tinha feito desenhos obcenos pelos azulejos da lavanderia.
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