Estou em um lobby que da para várias lojas, ele é estreito e comprido e tem várias pessoas olhando as vitrines lá comigo.
Estou de costas para a porta que da para fora e sinto algo gelado encostando no meu braço. Quando eu olho vejo que é um fuzil e segurando ele tem um assaltande mandando todo mundo deitar no chão. Ele manda todo mundo ficar quieto enquanto ele e o parceiro assaltam as lojas.
Eu deito no chão e tento parecer inofensivo. O assaltante armado fica no lobby cuidando das pessoas, ele começa a pegar itens aleatórios das pessoas e fazer snarky remarks sobre eles. Eu vejo ele vindo meio distraido na minha direção e quando ele chega perto eu levanto e empurro o fuzil dele pra longe e consigo derrubar a arma no chão. Ele chama o parceiro dele pra ajudar e eu acabo tendo que lutar com os dois, tentando evitar que qualquer um deles chegue perto da arma. Eu olho em volta e as pessoas estão só olhando assustados enquanto eu tento não tomar um tiro. Eu peço ajuda mas só uma delas tem coragem de chegar perto e chutar a arma pra longe. O assaltante corre atrás da arma e eu consigo dominar o parceiro dele e bater a cabeça dele com forçar contra a parede. A cabeça dele quebra e ele se desmancha em areia.
Então eu corro atrás do assaltante e dou um encontrão nele enquanto ele se abaixa pra recuperar o fuzil. Eu empurro ele até a parede e esmago ele contra ela. Ele também se desmancha em areia e o dia foi salvo.
Monday, November 23, 2015
Saturday, November 21, 2015
Sand sharks
Estamos eu, o Hugo e a Pri o skype. A Pri começou a jogar fallout e estamos todos jogando.
Toda vez que alguem conta algo que aconteceu no jogo eu consigo ver acontecendo como se estivesse em spectate.
Tem um deserto no jogo e nele tem tubarões. Eu descubro que se fizer os tubarões entrarem num prédio específico eles viram super tubarões gigantes com piramides na cabeça que ficam andando pelo deserto destruindo as coisas e eu acho isso muito legal. As pessoas me ouvem exclamando no pelo skype e perguntam o que foi, eu explico bem de leve pra não dar spoiler. Logo o Hugo consegue replicar o tubarão e fica muito satisfeito com o resultado. Vejo a Pri lootando um camp de raiders e aí acordo.
Game Grumps
Eu tava indo lá na frente de casa pegar a correspondencia e todo mundo do game grumps tava lá na minha driveway falando de final fantasy xiv. Eu peguei minhas encomendas que eram livros muito legais em pacotes legais e fiquei esperando eles me notarem. Quando eles olharam pra mim eu saí pelo portao mas ainda tava com vontade de falar.
Nesse ponto eles não eram eles mas sim os personagens de final fantasy. O Arin e a Susy eram miqo'tes meninas, o Kevin era um lalafel fofinho :3 mas o Barry era só o Barry. A Dodger também tava lá e veio me explicar o jogo mas aí eu falei que tinha uma miqo'te BRD 50 e todos ficaram felizes. O Arin disse "Great, so now everyone has something to offer]' e todos entramos pelo potão e sentamos nos morrinhos de grama da minha casa, agora eles eram eles mesmos. Aí a Suzy ficou de pé de frente pra todos e começou a contar uma história sobre uma dungeon muito dificil que ela fez. Enquanto isso o Kevin sentou do meu lado e me perguntou porque eu não gostava de wow . Eu expliquei por que, mas ele disse que eu devia dar uma chance e me deu uma lecture sobre o porque. Quando ele terminou apareceram opções de dialogo tipo fallout, mas nenhuma dizia o que eu queria então eu não disse nada.
Skip forward e estamos numa liquor shop nos estados unidos e a Pri também ta lá. O Barry pergunta se queremos cerveja "Do you want some hops?" e eu demorei pra entender o que ele quis dizer, mas respondi que sure e ele ficou me olhando esperando eu dizer qual, mas eu não conhecia nenhuma daquelas e pedi pra ele me recomendar uma. Vejo o Ross pagando a dele no caixa. Barry pergunta pra Pri qual ela quer e ela responde "a de pepino azedo" em portugues mesmo mas ele pega a cerveja e dá na mão dela. Eu comento half surpreso half debochando "pepino azedo?" mas ela só cutuca a minha barriga com cara de brava. Skip forward de novo e estou dentro do jogo em uma dungeon com uma party de estranhos. Por algum motivo sou uma black mage lalafel e tudo que consigo fazer é derrubar pedras de gelo enormes nas pessoas e blizzards de aoe. Minha contribuição pro dps é bem baixa mas a minha partynão parece ligar e clearamos várias salas da dungeon.
Nesse ponto eles não eram eles mas sim os personagens de final fantasy. O Arin e a Susy eram miqo'tes meninas, o Kevin era um lalafel fofinho :3 mas o Barry era só o Barry. A Dodger também tava lá e veio me explicar o jogo mas aí eu falei que tinha uma miqo'te BRD 50 e todos ficaram felizes. O Arin disse "Great, so now everyone has something to offer]' e todos entramos pelo potão e sentamos nos morrinhos de grama da minha casa, agora eles eram eles mesmos. Aí a Suzy ficou de pé de frente pra todos e começou a contar uma história sobre uma dungeon muito dificil que ela fez. Enquanto isso o Kevin sentou do meu lado e me perguntou porque eu não gostava de wow . Eu expliquei por que, mas ele disse que eu devia dar uma chance e me deu uma lecture sobre o porque. Quando ele terminou apareceram opções de dialogo tipo fallout, mas nenhuma dizia o que eu queria então eu não disse nada.
Skip forward e estamos numa liquor shop nos estados unidos e a Pri também ta lá. O Barry pergunta se queremos cerveja "Do you want some hops?" e eu demorei pra entender o que ele quis dizer, mas respondi que sure e ele ficou me olhando esperando eu dizer qual, mas eu não conhecia nenhuma daquelas e pedi pra ele me recomendar uma. Vejo o Ross pagando a dele no caixa. Barry pergunta pra Pri qual ela quer e ela responde "a de pepino azedo" em portugues mesmo mas ele pega a cerveja e dá na mão dela. Eu comento half surpreso half debochando "pepino azedo?" mas ela só cutuca a minha barriga com cara de brava. Skip forward de novo e estou dentro do jogo em uma dungeon com uma party de estranhos. Por algum motivo sou uma black mage lalafel e tudo que consigo fazer é derrubar pedras de gelo enormes nas pessoas e blizzards de aoe. Minha contribuição pro dps é bem baixa mas a minha partynão parece ligar e clearamos várias salas da dungeon.
Thursday, November 19, 2015
La Guardia int'l
Eu e minha família fomos parar em New York, imagino que por algum prêmio da TV. Estávamos no aeroporto La Guardia. Eu sabia disso mesmo não sabendo como é lá.
A partir daí é claro que o próximo passo é roubar um avião e usar minhas habilidades virtuais de pilotagem e navegação pra ir para o Oregon.
Escolho entre os aviões um pequeno e fácil de pilotar pra dar uma voltinha e praticar. Decolo o e dou uma volta ao redor do aeroporto que é extremamente movimentado com umas 25 pistas e todas ocupadas com aviões pousando e decolando. Eu demoro um pouco para achar uma pista livre e depois de descer do avião eu falo para os meus pais que agora vai ser o real deal.
Dessa vez eu tento escolher um avião que seja rápido e tenha alcance pra atravessar o país em uma sentada. Acabo escolhendo um jato russo gordinho que parecia que ninguem iria sentir falta. Por dentro ele era bem espaçoso, tinha quartos pros passageiros e uma cabine comum de passageiros com poltronas enormes de veludo. Ajudei a embarcar meus pais e colocar as bagagens nos quartos e fui para a cabine de comando. Lá eu sento na cadeira do capitão e planejo a rota no computador de bordo. Aviso a torre pelo rádio e decolo.
Logo eu percebo que fiz uma péssima escolha, não consigo ganhar velocidade e o computador prevê que vamos levar semanas pra ganhar a altitude pra passar pelas montanhas por perto (mesmo que não tenha montanhas assim perto de NY) e ainda mais alguns meses para chegar no Oregon. Então eu decido voltar ao aeroporto e escolher um avião mais rápido.
Dou várias voltas no aeroporto até achar uma pista desocupado, mas quando acho eu estou muito perto dela e acabo só conseguindo tocar no chão lá pela metade da pista e o avião só consegue parar quase no final dela. Todos desembarcamos com as bagagens e quando começo a procurar por um jatinho executivo eu sou acordado pelo despertador.
A partir daí é claro que o próximo passo é roubar um avião e usar minhas habilidades virtuais de pilotagem e navegação pra ir para o Oregon.
Escolho entre os aviões um pequeno e fácil de pilotar pra dar uma voltinha e praticar. Decolo o e dou uma volta ao redor do aeroporto que é extremamente movimentado com umas 25 pistas e todas ocupadas com aviões pousando e decolando. Eu demoro um pouco para achar uma pista livre e depois de descer do avião eu falo para os meus pais que agora vai ser o real deal.
Dessa vez eu tento escolher um avião que seja rápido e tenha alcance pra atravessar o país em uma sentada. Acabo escolhendo um jato russo gordinho que parecia que ninguem iria sentir falta. Por dentro ele era bem espaçoso, tinha quartos pros passageiros e uma cabine comum de passageiros com poltronas enormes de veludo. Ajudei a embarcar meus pais e colocar as bagagens nos quartos e fui para a cabine de comando. Lá eu sento na cadeira do capitão e planejo a rota no computador de bordo. Aviso a torre pelo rádio e decolo.
Logo eu percebo que fiz uma péssima escolha, não consigo ganhar velocidade e o computador prevê que vamos levar semanas pra ganhar a altitude pra passar pelas montanhas por perto (mesmo que não tenha montanhas assim perto de NY) e ainda mais alguns meses para chegar no Oregon. Então eu decido voltar ao aeroporto e escolher um avião mais rápido.
Dou várias voltas no aeroporto até achar uma pista desocupado, mas quando acho eu estou muito perto dela e acabo só conseguindo tocar no chão lá pela metade da pista e o avião só consegue parar quase no final dela. Todos desembarcamos com as bagagens e quando começo a procurar por um jatinho executivo eu sou acordado pelo despertador.
Monday, November 16, 2015
Mini-tsunami
Um amigo fictício aparece na minha casa e saímos em uma road trip para a praia. Esse amigo parece um wookie de tamanho humano e uma cabeça enorme.
Subimos na SUV do amigo e partimos. Pegamos bastante chuva na estrada e chegando na praia, o amigo tira um AK do banco de trás e pede pra que eu mantenha sempre comigo.
Saindo do carro eu estou numa sunga verde e encontramos meu professor favorito do colégio saindo da areia de duas moças jovens. Ele me cumprimenta formalmente e enquanto aperta a minha mão ele fala sério - Nunca esqueça do plano B.
ele vai embora e as duas moças passam a acompanhar eu e o meu amigo wookie-like, elas comentam como a praia está perigosa por causa do sol forte, eu penso comigo mesmo que estarei seguro pois estou usando protetor solar.
Seguimos para um bar na beira da praia que parece mais um botequinho de familia, really. Eu digo que não vou pedir nada mas não conto pra ninguem que é porque estou sem dinheiro, enquanto o meu amigo compra dois sanduiches e diz que eu posso comer um. è um sanduíche estranho de banana grelhada e um pão esquisito, mas de alguma forma estava muito gostoso.
Antes mesmo de terminar meu sanduíche, ondas cada vez maiores começam a entrar no bar e empurrar as pessoas contra as paredes e o balcão. Essas ondas são estranhas, porque depois de bater nas pessoas e nas paredes elas são absorvidas pelo chão e o bar fica mais ou menos seco até a próxima onda. E seguro o resto do meu sanduíche no alto para não molhar e os outros fregueses começam a ficar assustados com as ondas cada vez mais potentes até que elas param. Olhando pelas portas eu vejo que o mar recuou uma boa distancia e tudo que vejo são centenas de metros de areia empoçada. As pessoas aproveitam o intervalo nas ondas para fugir do bar e eu faço o mesmo, lembrando de que isso é um sinal de tsunami e a julgar pelo quanto o mar recuou, uma das grandes. Todo mundo chega a salvo no alto do morro que fica à borda da faixa de areia, eu tento avisar as pessoas que tem uma tsunami vindo, mas todos ja parecem saber disso.
Então o mar começa a voltar numa onda muito grande, mas nem de perto tão grande quanto eu esperava, e ela quebra inofensivamente na encosta do morro.
No meio dessa confusão eu me perdi do meu amigo e fiquei perdido no meio de umas dunas até ver o amigo acenando pra mim da borda das dunas.
A partir daí eu sou uma mulher e estou no carro do amigo, ele me da um dispositivo que me faz ficar invisivel e me pede para espionar uma cientista supostamente muito competente.
A casa dela fica num campo verde, empoleirada no alto de uma colina baixa com vista para o mar. É uma casa bem horizontal, sem telhado e com grandes janelas no lado que dá para o mar. Eu me infiltro na casa, já invisivel e sinto que a casa é estranhamente familiar; andando pelo corredor e passando e pela cozinha eu quase sinto como se conhecesse essa mulher, tem louça suja largada por todo o canto e embalagens de lanches e comidas também. É chegando na sala comprida e bem iluminada, mesmo que à meia-luz do pôr-do-sol que eu vejo a tal cientista trabalhando, sentada numa cadeira com um laptop no colo. Eu tento me aproximar sorrateiramente e sem fazer barulho, mas mesmo estando completamente invisivel eu sinto que ela sabe que eu estou la. E soon enough ela levanta da cadeira e vem na minha direção, chegando bem na minha frente, estendendo a mão e puxando o fio do dispositivo que me deixava invisível. Eu fico super sem jeito, mas ela parece não ligar muito e começamos a conversar. Depois de uma boa conversa (que eu não consigo lembrar) nós saimos pra passear no carro conversível dela e isso é muito legal. O céu está laranjado e azul e ela dirige por uma estrada reta e vazia com o vento na cara e o radio tocando alguma musica legal.
Depois disso eu só me lembro de estar de volta em casa com o amigo monstruoso que tinha feito desenhos obcenos pelos azulejos da lavanderia.
Subimos na SUV do amigo e partimos. Pegamos bastante chuva na estrada e chegando na praia, o amigo tira um AK do banco de trás e pede pra que eu mantenha sempre comigo.
Saindo do carro eu estou numa sunga verde e encontramos meu professor favorito do colégio saindo da areia de duas moças jovens. Ele me cumprimenta formalmente e enquanto aperta a minha mão ele fala sério - Nunca esqueça do plano B.
ele vai embora e as duas moças passam a acompanhar eu e o meu amigo wookie-like, elas comentam como a praia está perigosa por causa do sol forte, eu penso comigo mesmo que estarei seguro pois estou usando protetor solar.
Seguimos para um bar na beira da praia que parece mais um botequinho de familia, really. Eu digo que não vou pedir nada mas não conto pra ninguem que é porque estou sem dinheiro, enquanto o meu amigo compra dois sanduiches e diz que eu posso comer um. è um sanduíche estranho de banana grelhada e um pão esquisito, mas de alguma forma estava muito gostoso.
Antes mesmo de terminar meu sanduíche, ondas cada vez maiores começam a entrar no bar e empurrar as pessoas contra as paredes e o balcão. Essas ondas são estranhas, porque depois de bater nas pessoas e nas paredes elas são absorvidas pelo chão e o bar fica mais ou menos seco até a próxima onda. E seguro o resto do meu sanduíche no alto para não molhar e os outros fregueses começam a ficar assustados com as ondas cada vez mais potentes até que elas param. Olhando pelas portas eu vejo que o mar recuou uma boa distancia e tudo que vejo são centenas de metros de areia empoçada. As pessoas aproveitam o intervalo nas ondas para fugir do bar e eu faço o mesmo, lembrando de que isso é um sinal de tsunami e a julgar pelo quanto o mar recuou, uma das grandes. Todo mundo chega a salvo no alto do morro que fica à borda da faixa de areia, eu tento avisar as pessoas que tem uma tsunami vindo, mas todos ja parecem saber disso.
Então o mar começa a voltar numa onda muito grande, mas nem de perto tão grande quanto eu esperava, e ela quebra inofensivamente na encosta do morro.
No meio dessa confusão eu me perdi do meu amigo e fiquei perdido no meio de umas dunas até ver o amigo acenando pra mim da borda das dunas.
A partir daí eu sou uma mulher e estou no carro do amigo, ele me da um dispositivo que me faz ficar invisivel e me pede para espionar uma cientista supostamente muito competente.
A casa dela fica num campo verde, empoleirada no alto de uma colina baixa com vista para o mar. É uma casa bem horizontal, sem telhado e com grandes janelas no lado que dá para o mar. Eu me infiltro na casa, já invisivel e sinto que a casa é estranhamente familiar; andando pelo corredor e passando e pela cozinha eu quase sinto como se conhecesse essa mulher, tem louça suja largada por todo o canto e embalagens de lanches e comidas também. É chegando na sala comprida e bem iluminada, mesmo que à meia-luz do pôr-do-sol que eu vejo a tal cientista trabalhando, sentada numa cadeira com um laptop no colo. Eu tento me aproximar sorrateiramente e sem fazer barulho, mas mesmo estando completamente invisivel eu sinto que ela sabe que eu estou la. E soon enough ela levanta da cadeira e vem na minha direção, chegando bem na minha frente, estendendo a mão e puxando o fio do dispositivo que me deixava invisível. Eu fico super sem jeito, mas ela parece não ligar muito e começamos a conversar. Depois de uma boa conversa (que eu não consigo lembrar) nós saimos pra passear no carro conversível dela e isso é muito legal. O céu está laranjado e azul e ela dirige por uma estrada reta e vazia com o vento na cara e o radio tocando alguma musica legal.
Depois disso eu só me lembro de estar de volta em casa com o amigo monstruoso que tinha feito desenhos obcenos pelos azulejos da lavanderia.
Wednesday, November 4, 2015
Roubo de identidade
Um policial me prende no meio da rua e me acusa de vários crimes que eu não cometi. Durante a investigação os policiais assumem se tratar de algum tipo de roubo de identidade, já que alguem parecido comigo havia cometido vários roubos e assaltos nos arredores dos lugares que eu frequento.
Os policiais querem que eu ajuda na investigação e isso envolve ser usado como isca para encontrar as pessoas envolvidas. Obviamente eu topo de primeira e para minha surpresa eles me dão uma pistola e me mostram como usá-la, o que é meio complicado pois era uma arma bem moderna.
No carro, a caminho do primeiro encontro, o policial investigador me explica o procedimento. Eu devo procurar bem e avisar ele caso avistar alguem parecido comigo se aproximando. Nós descemos do carro num bairro horrível, cheio de lixo e com casas amontoadas umas nas outras, além de cheiro de borracha queimada. O investigador diz que primeiro acharemos a pessoa que cometeu os crimes em si.
Entro num beco em baixo de um viaduto e o investigador fica para tras, na entrada do beco, para não levantar suspeitas. Fico consciente do peso da pistola na minha cintura quando de trás de uma pilha de escombros sai um cara parecido comigo, usando track suit azul marinho. Ele anda desconfiado na minha direção quando escuto BANG BANG BANG vindo de trás de mime vejo o meu sósia scramble for covernos entulhos enquanto saca a sua arma. Eu faço o mesmo enquanto circulo os entulhos pelo lado oposto. Tiro a minha arma do "safe" e tenho que fazer um esforço consciente para mandar as miras alinhadas quando ouço pés se mexendo atrás de uma pilha de carros velhos mais à frente. Meu sósia sai de trás dessa pilha, atirando multiplas vezes em mim enquanto eu tento me mantar calmo, lembrando de como é dificil acertar um tiro de uma pistola a essa distância (uns 30m) sem algum tipo de treinamento. Assim eu faço meu melhor para devolver uma sequencia de tiros bem mirados enquanto sinto os estilhaços criados pelas balas do sócia sapecando o chão perto de mim. Meu terceiro ou quarto tiro acerta e o sósia começa a fugir, mas enquanto trocávamos tiros os investigador ja havia flanqueado ele e o derrubou com tres tiros certeiros no peito.
Meu dedo indicador ficou cansado por culpa do gatilho pesado da arma que eu recoloquei em "safe" e guardei enquanto o investigador me dava um olhar de aprovação.
O próximo encontro é no dia seguinte, de manhã bem cedo. Estamos num gramado bem verde molhado de orvalho, é um campo às margens de um rodovia nas bordas da cidade. Fico um pouco nervoso porque qualquer pessoa encontrada num lugar assim deveria ser alguem perigoso, além de que esse devia ser o membro mais perigoso do grupo, pois era quem havia planejado tudo.
Caminhando pelo campo chegamos à borda de um platô que de tão plano e regular parece ter sido um aterro. Subimos pela borda e no topo gramado e ridiculamente plano estão muitas daquelas mobílias que geralmente são vendidas na beira da estrada; poltronas de vime, camas, sofás dispostas num grid quase perfeito. Esse é um lugar muito calmo, mas todos esses móveis tornam ele bem eerie também.
Atravessamos o platô e contornando a borda dele há uma vala, onde estão largados móveis menos nobres, como cadeiras de madeira, carteiras escolares, banquetas e quadros negros sobre rodas. Vejo movimento mais à frente ao longo da vala, o investigador desse até a vala enquanto eu vou seguindo ele e dando cobertura de cima da borda do platô. Um sujeito sai de trás de um dos quadro negros gritando e se preparando para atirar no investigador, mas antes de ele conseguir isso eu dou vários tiros rápidos na direção dele, mais com intúito de atrapalhar do que de acertar mesmo, eu reparo minhas balas levantando mini sprays de grama e terra preta onde acertam aos pés do suspeito e ele começa a recuar.
Ele não parece saber onde eu estou então me sinto seguro para me concentrar mais em acertar os tiros agora, mas ele está mais longe do que eu gostaria e depois de atirar um pente inteiro eu ainda não o acertei. Meu dedo do gatilho já está ficando fraco e depois de recarregar a arma e voltar a atirar reparo que a força necessária pra puxar o gatilho estava puxando a arma para a esquerda. Percebo então que a próximo passo óbvio era mirar um pouco mais para a direita, o que surte efeito após alguns tiros de ajuste e consigo acertar uma sequencia de quatro tiros no suspeito que cai no chão, inconsciente.
Nesse ponto reforços haviam chego e quando os investigadores viram o que aconteceu começaram a me parabenizar. Eu descarreguei a arma e entregui-a ao investigador que me explicou os resultados da investigação: os dois bandidos ja eram parceiros e quando me viram na rua e perceberam que eu era muito parecido com um deles resolveram usar a minha identidade para cometer crimes. Eles me seguiram por um tempo pra descobrir os lugares que frequento e como eu me chamava, depois disso começaram a assaltar lojas e bancos e roubar casas nos arredores de onde eu passava cotidianamente e que aparentemente isso era um tipo de crime bem comum.
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